Um aperto de mão entre um especialista da engenharia de serviços e um empresário, representando como o trabalho em conjunto pode otimizar a produção industrial.

Como a engenharia de serviços pode otimizar a produção industrial?

Na busca por maior eficiência, segurança e competitividade, a otimização industrial é uma prioridade para empresas de todos os setores. Nesse cenário, a engenharia de serviços surge como uma poderosa aliada, oferecendo soluções especializadas e inovadoras.

Para aprimorar processos, maximizar recursos e garantir a integridade dos equipamentos, a engenharia de serviços desempenha um papel fundamental na transformação da indústria moderna.

Ao combinar conhecimentos técnicos avançados, experiências práticas e a aplicação de normas regulatórias, a engenharia de serviços oferece um conjunto abrangente de soluções customizadas. Com isso, consegue  atender às necessidades específicas de cada empresa.

Assim,  ela viabiliza projetos de sucesso. Você quer entender melhor como essa área pode otimizar a produção industrial? Então, continue a leitura desse artigo!

O que é a engenharia de serviços?

Na corrida incessante pela excelência na produção industrial, uma área se destaca como uma verdadeira campeã dos bastidores: a engenharia de serviços. Ela surge como uma habilidosa estrategista, pronta para otimizar processos, superar obstáculos e transformar desafios em oportunidades brilhantes.

Mas, afinal, o que ela faz? Imagine um maestro regendo uma orquestra, combinando harmoniosamente conhecimentos técnicos, experiência prática e criatividade para produzir a sinfonia perfeita do sucesso. 

Assim é a engenharia de serviços, uma poderosa composição que utiliza um conjunto abrangente de métodos, ferramentas e especialistas para afinar cada detalhe da produção industrial.

Isso porque essa área tem como objetivo principal otimizar a produção industrial, elevando-a a níveis superiores de eficiência, qualidade e competitividade. Através da análise minuciosa de processos, identificação de gargalos e aplicações de soluções personalizadas, aprimorando cada etapa do ciclo produtivo.

Como a engenharia de serviços pode otimizar a produção industrial?

Como citamos, o principal objetivo da engenharia de serviços se refere a otimização da produção. Mas, entenda melhor como ela faz isso nos tópicos a seguir:

Identificação e análise de processos

Na complexa sinfonia da produção industrial, cada processo desempenha um papel crucial. No entanto, como em qualquer orquestra, é essencial que todas as notas estejam afinadas e em perfeita harmonia.

Nesse sentido, a identificação e análise de processos atua como uma prática indispensável para empresas que desejam alcançar a excelência operacional. Deste modo, com um olhar atento e minucioso, você identifica e analisa cada etapa da produção industrial, desde a entrada de matérias-primas até a entrega do produto final. 

Ao desvendar cada passo, é possível identificar os gargalos, onde a melodia da produção é interrompida, resultando em atrasos e baixa eficiência. Assim, você abre caminhos para a busca de soluções efetivas.

Além de detectar gargalos, a análise detalhada dos processos também releva ineficiências e oportunidades de melhoria. Isso quer dizer que, identificando esses pontos, a empresa poderá implementar mudanças e ajustes para otimizar o fluxo de trabalho, reduzir desperdícios, aumentar a produtividade e elevar a qualidade dos produtos finais.

Consultoria e projetos personalizados

A consultoria e os projetos personalizados são elementos-chave nos esforços da engenharia de serviços para otimizar a produção industrial. Isso porque essa abordagem adaptável permite que a área forneça soluções sob medida para atender às necessidades específicas de cada empresa.

Desta forma, a engenharia de serviços reconhece que cada empresa possui demandas únicas. Isso envolve entender as particularidades do mercado em que a empresa atua, bem como suas restrições operacionais e requisitos regulatórios.

Esses fatores são peças de um quebra-cabeça complexo que o setor ajuda a resolver para criar soluções eficazes. Ou seja, as soluções customizadas podem envolver, por exemplo, o desenvolvimento de produtos sob medidas, a criação de estruturas metálicas específicas, a implementação de processos operacionais adaptados e muito mais. 

Implementações de normas e regulamentações

A implementação de normas e regulamentações é uma preocupação fundamental na produção industrial. Nesse contexto, a engenharia de serviços desempenha um importante papel.

Isso porque ela age como uma aliada decidida, auxiliando as empresas a se adequarem e cumprirem com rigor as normas específicas, como NR, ASME, ISO e NBR.

Essas normas e regulamentações funcionam como diretrizes estabelecidas para garantir a segurança, a qualidade e a conformidade dos processos industriais. Sendo assim, elas abrangem uma ampla gama de requisitos, desde a segurança dos trabalhadores até os padrões de produção e qualidade dos produtos.

Afinal, a engenharia de serviços compreende a importância de operar dentro desses padrões regulatórios e normativos. Por isso, ela trabalha em estreita colaboração com as empresas, garantindo que todas as diretrizes sejam seguidas de maneira precisa. 

Avaliação por Método de Elementos Finitos

A avaliação por método finitos é uma poderosa ferramenta da engenharia de serviços que pode contribuir significativamente para a otimização da produção industrial.

Essa abordagem utiliza técnicas computacionais avançadas para analisar e simular o comportamento de estruturas e componentes em condições reais de operação.

Ao aplicar a avaliação por métodos finitos, você consegue obter uma compreensão detalhada do desempenho dos sistemas industriais. Isso inclui a análise de fatores como tensões, deformações, fluxos de calor, transferências de fluidos e interações estruturais.

Através dessa análise precisa e detalhada, é possível identificar pontos de falha, ineficiências e oportunidades de melhoria nos processos produtivos. Afinal, ela permite uma análise abrangente das estruturas e componentes.

Benefícios e resultados da engenharia de serviços

Como você viu aqui, a engenharia de serviços oferece uma série de benefícios significativos para a produção industrial, otimizando a produção industrial. Ao adotar essa abordagem especializada, as organizações podem colher diversas vantagens, tais como:

  • Aumento da produtividade: a engenharia de serviços otimiza os processos produtivos, identificando e eliminando problemas, ineficiências e desperdícios. Isso resulta em uma maior eficiência operacional, permitindo que as empresas produzam mais em menos tempo;
  • Redução de custos: através da análise detalhada dos processos e da implementação de melhorias é possível reduzir os custos operacionais;
  • Melhoria da qualidade: técnicas avançadas de análise e simulação para identificar possíveis problemas e implementar soluções personalizadas;
  • Conformidade regulatória: garantia de que a empresa cumpre com todos os requisitos legais e as regulamentações vigentes;
  • Vantagem competitiva: empresas que adotam a engenharia de serviços podem ganhar uma vantagem competitiva com a otimização dos processos, a melhoria da qualidade e o cumprimento das regulamentações.

Em síntese, essa atividade consegue trazer uma série de benefícios tangíveis para a produção industrial. Ela impulsiona a produtividade, reduz os custos, melhora a qualidade, garante a conformidade regulatória e proporciona uma vantagem competitiva.

Ao investir nessa abordagem, as empresas podem otimizar seus processos, aumentar sua eficiência e alcançar resultados superiores em um mercado cada vez mais competitivo. Para isso, entre em contato conosco, pois estamos prontos para te atender e esclarecer suas dúvidas!

 

Trabalhador realizando uma inspeção para um futuro Ensaio Não Destrutitovos em ambiente industrial

Ensaios Não Destrutivos: O que é, tipos e importância

Você sabe o que são os Ensaios Não Destrutivos (END)? Eles se referem a um conjunto de técnicas utilizadas para avaliar a integridade estrutural de materiais, equipamentos e componentes sem danificá-los

Segundo uma pesquisa de mercado realizada pela Mordor Intelligence, em 2021, o mercado global de ensaios não destrutivos foi avaliado em US $14,05 bilhões em 2020 e deve chegar a US $20,91 bilhões até 2026.

Esses números destacam a importância e a crescente demanda por essa técnica bastante usada em diferentes ramos industriais. Neste conteúdo, conheça alguns tipos de Ensaios Não Destrutivos e entenda mais sobre a importância desse método. 

O que é ensaio não destrutivo?

Os Ensaios Não Destrutivos, também conhecidos pela sigla END, se referem a técnicas de inspeção que permitem avaliar materiais e equipamentos sem destruí-los ou danificá-los.  Portanto, os mais variados setores utilizam amplamente esses materiais em diversas etapas de fabricação, construção, montagem e manutenção.

Estes ensaios possibilitam auxiliar o controle de qualidade e monitoramento de materiais e componentes, além de contribuírem para redução de custos, preservação da vida e do meio ambiente, e até mesmo a competitividade das empresas que os utilizam.

Nesse sentido, eles fornecem informações importantes sobre a presença de defeitos em produtos, características tecnológicas dos materiais e degradação de componentes, equipamentos e estruturas ao longo do tempo.

Vantagens dos Ensaios Não Destrutivos

Você sabia que os Ensaios Não Destrutivos (END) podem inspecionar um componente em sua totalidade, fornecendo resultados sobre todo o volume de uma peça? Deste modo, eles contribuem para melhorar o projeto de um produto e previnem a ocorrência de falhas.

Com eles, você consegue detectar e caracterizar defeitos, bem como fazer a caracterização de materiais e verificação das dimensões metrológicas. Desta forma, sua classificação conforme sua aplicação, princípios físicos e capacidade de detecção.

Para garantir resultados satisfatórios e válidos, você precisa contar com profissionais treinados e qualificados, equipamentos calibrados e procedimentos de execução de acordo com padrões previamente definidos e critérios de aceitação..

Além do uso industrial, os Ensaios Não Destrutivos também são aplicados na conversação de obras de arte, controle de camada de gordura em bovinos e suínos, na agropecuária e na medicina.

Assim, podemos afirmar que o controle de qualidade que um médico realiza na avaliação da saúde ou da patologia de um paciente funciona como ao aplicado nas indústrias, mas voltado para materiais e produtos. 

Isto é, os Ensaios Não Destrutivos são fundamentais para garantir a qualidade e a confiabilidade dos equipamentos e materiais industriais. Dentre suas principais vantagens de aplicação, destacamos:

  • Minimiza os riscos: identifica o problema de forma antecipada, evitando que isso se torne maior;
  • Reduz custos: reprocesso ou retrabalhados geram custos que podem ser reduzidos;
  • Melhora o desempenho: certifica que o componente estará em sua melhor forma, sem falhas;
  • Garante segurança: garante a integridade e protege a vida das pessoas que utilizam estes componentes.

Tipos de Ensaios Não Destrutivo

Se você ainda não está familiarizado com os Ensaios Não Destrutivos (END), vamos retomar seu significado: trata-se de uma técnica utilizada pela indústria para avaliar as propriedades de um material, componente, estrutura ou sistema sem prejudicar a integridade da peça original.

Agora que já entendemos o que é este método, vamos descobrir os principais tipos de ensaios não destrutivos a seguir.

Emissão Acústica

A técnica de detecção de emissão acústica é um tipo de ensaio não destrutivo que se baseia na identificação de pequenas rajadas de ultrassom emitidas por rachaduras em atividade sob uma carga.

Para isso, são distribuídos sensores pela superfície da estrutura que são capazes de captar esses sinais de emissão acústica. Com esse método, você consegue identificar sinais de processo de plasticização em áreas altamente estressadas, evitando rachaduras.

As pessoas comumente utilizam este teste não destrutivo para avaliar a integridade de vasos de pressão. Além disso, ele pode ser empregado como um método de monitoramento contínuo da saúde estrutural (SHM) de materiais e estruturas. Sendo utilizado, por exemplo, em pontes, já que o método também detecta vazamentos e corrosão ativa.

Teste Radiográfico (TR)

Imagine que você está em uma sala escura, observando uma tela de cinema enquanto um filme está sendo projetado. Mas, em vez de uma tela comum, é uma tela especial que pode capturar imagens do interior de objetos sólidos. Esse é o princípio básico deste método.

Nesse tipo de ensaio não destrutivo, uma fonte de radiação atravessa uma peça de teste e a imagem resultante é capturada em uma placa ou filme fotográfico sensível à radiação. Assim, é possível detectar descontinuidades no material, indicando presença de defeitos como trincas, rachaduras ou porosidades.

Em geral, os raios-x são usados em materiais mais finos ou menos densos, enquanto os raios gama são mais adequados para itens mais espessos. Dependendo do método, como radiografia, tomografia computadorizada ou radiografia digital, é possível obter imagens de alta qualidade e precisão para análise e interpretação de resultados.

Ensaio Visual

O teste visual pode ser considerado a técnica mais antiga e ainda continua sendo um dos métodos mais importantes e comuns entre os tipos de ensaios não destrutivos. 

Com o uso de instrumentos, ópticos, como lupas ou sistemas assistidos por computador, o despertador observa cuidadosamente a peça de teste em busca de anomalias.

Desta forma, este método permite a detecção de uma ampla variedade de defeitos, incluindo a corrosão, desalinhamento, danos, rachaduras e muito mais. Na verdade, o teste visual é tão importante que é inerente  à maioria dos outros tipos de END, pois geralmente exige que um operador procure defeitos.

Ensaio de Líquido Penetrante (PT)

Este teste é dos tipos mais  comuns de ensaios não destrutivos. Em síntese, a técnica envolve a aplicação de um fluido de baixa viscosidade no material testado, permitindo que ele penetre em quaisquer defeitos, como rachaduras ou porosidade.

Na prática, existem três tipos de líquidos penetrantes:

  • Removíveis por solvente;
  • Laváveis em água;
  • Pós-emulsificáveis.

Ensaios Não Destrutivos: Aplicação

Poucas são as pessoas que compreendem a importância dos Ensaios Não Destrutivos. Isso porque há uma ideia errada de que essa tecnologia é cara e não traz retorno tangíveis ou proporcionais ao investimento feito.

No entanto, os fatos mostram o oposto. Quando usados corretamente, o método proporciona grandes benefícios, economizando tempo, reduzindo taxas de falhas de equipamentos, melhorando a confiabilidade geral e prolongando a vida útil.

Nesse contexto, as inspeções são responsáveis por fornecer informações valiosas sobre a condição dos ativos, permitindo que as empresas programem a manutenção nos momentos mais oportunos, reduzam custos e evitam gastos desnecessários.

Em suma, os Ensaios Não Destrutivos são uma ferramenta indispensável para o planejamento industrial e devem ser valorizados em todos os níveis de gestão.

Assim como esta técnica, o Método dos Elementos Finitos proporciona economia de tempo e custos em processos industriais. Que tal conhecer mais sobre eles? 

Logo grande representando a indústria 4.0 feito por rôbos

Indústria 4.0: a revolução da produção industrial impulsionada pela tecnologia

A chegada da indústria 4.0 nos mostra que é um erro acreditar que a tecnologia já alcançou seu potencial máximo. O termo surgiu para caracterizar a utilização de recursos modernos na produção de bens de consumo como big data, inteligência artificial e internet das coisas.

De acordo com um relatório da consultoria McKinsey, até 2025, a Indústria 4.0 pode gerar um aumento de até US $3,7 trilhões em atividades econômicas globais e criar entre 1,3 e 2,1 milhões de novos empregos em todo o mundo.

Isso quer dizer que estamos vivenciando a quarta Revolução Industrial. Afinal, o aperfeiçoamento das máquinas que iniciou na primeira Revolução Industrial nunca mais parou e continua a se expandir. 

Neste conteúdo, vamos explorar a fundo este tema e qual seu impacto no mercado de trabalho. Continue a leitura para saber mais sobre a indústria 4.0 e conhecer seus principais pilares. 

O que é indústria 4.0?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a indústria 4.0 não se trata de uma tecnologia em si, nem um modelo de negócio. Na verdade, se refere a uma abordagem que busca resultados que antes não eram possíveis.

Isso porque a indústria 4.0 é uma transformação da produção industrial impulsionada por diferentes tecnologias. Deste modo, ela representa a quarta revolução industrial, marcada pela convergência entre a tecnologia digital, física e biologia.

Em outros termos, as máquinas conseguem se comunicar e cooperar entre si de forma autônoma e inteligente, sem a intervenção humana. Assim, é possível aumentar a eficiência, a produtividade e a flexibilidade dos processos industriais, além de permitir a personalização em massa sob demanda.

Para entender melhor de onde surgiu este conceito, vale relembrar as primeiras revoluções industriais, veja:

  • Primeira Revolução Industrial: chegada da máquina a vapor e o tear mecânico, na década de 1700;
  • Segunda Revolução Industrial: aproveitamento da eletricidade e a produção em massa no início do século XX:
  • Terceira Revolução Industrial: o aumento da influência do computador de manufatura, na década de 1950, pós-Segunda Guerra Mundial.

Agora, nesta quarta Revolução Industrial, alguns conceitos entram em cena como a produção inteligente visando agilizar o nível e a qualidade produtiva. Assim, a indústria poderá se alinhar à demanda de um mundo cada vez mais exigente e populoso. 

9 Pilares da Indústria 4.0

Os pilares da Indústria 4.0 se manifestam na prática por meio de uma série de avanços tecnológicos que surgiram nos últimos tempos. 

Uma das três maiores consultorias de estratégia do mundo, a BCG – Boston Consulting Group abordou 9 tendências como os principais pilares desta quarta Revolução Industrial. Conheça um pouco sobre cada um deles:

  1. Robôs autônomos: cada vez mais os robôs fazem parte da nossa vida prática, oferecendo mais serviços e tornando os processos industriais mais autônomos e cooperativos. Assim, eles irão interagir entre si e custarão menos do que os fabricados hoje;
  2. Manufatura aditiva: a impressão 3D, por exemplo, será utilizada para lotes pequenos de produtos customizados;
  3. Internet das Coisas: inteligência que os produtos terão para se conectarem entre si, usando protocolos padrão, permitindo uma resposta em tempo real, facilitando as decisões;
  4. Cyber segurança: com o crescimento da conectividade, a indústria precisará de sistemas sofisticados de gerenciamento de identidade e acesso, protegendo-se contra ameaças;
  5. Simulação: aproveitamento de dados em tempo real para espelhar o mundo físico em uma versão virtual, que pode incluir máquinas, humanos e produtos. Assim, operadores testam e otimizam as configurações da máquina para as produções, como o Método de Elementos Finitos, por exemplo.
  6. Big Data Analytics: se refere a coleta e avaliação abrangente de dados. Com isso, ficará mais fácil de economizar energia e melhorar os serviços, facilitando as decisõesl;
  7. Computação em nuvem: vários processos requerem compartilhamento de dados entre sites e empresas. Deste modo, a computação em nuvem vai avançar, com  tempos de resposta em milissegundos;
  8. Sistemas integrados: com redes de integração e dados universais entre a empresa, muitos departamentos e recursos se tornarão mais coesos, permitindo cadeias de valor automatizadas;
  9. Realidade aumentada: ferramentas que fornecerão informações em tempo real, como selecionar peças e enviar instruções de reparo sobre dispositivos móveis, por exemplo.

Indústria 4.0 no mercado brasileiro

Embora o conceito não seja recente no Brasil, ainda é um assunto pouco conhecido. Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em 2018, menos de 2% das organizações operam deste modo no país.

Conforme a ABDI, a indústria 4.0 tem capacidade de movimentar cerca de US$15 trilhões nos próximos 15 anos. No entanto, ainda falta muito para que o país amadureça as empresas para aderir o conceito da quarta revolução industrial.

Por outro lado, a tendência tem tudo para ganhar força no futuro, alinhando-se ao cenário de países em que a indústria já se encontra mais associada à inovação e a tecnologia. 

Hoje, as empresas brasileiras continuam associadas em modelos tradicionais de produção, pouco sofisticadas e dependentes de processos manuais e interação humana. Ainda segundo a ABDI, os conceitos da indústria 4.0 chegarão de maneira gradual.

Desta forma, estima-se que daqui a 10 anos, 15% das empresas do setor de manufatura já terão inserido esse conceito em suas atividades. 

Próximos passos

Como você viu aqui, a Indústria 4.0 está transformando a maneira como as empresas produzem e entregam produtos e serviços aos clientes em todo o mundo. 

No mercado Brasileiro, as empresas que adotam tecnologias avançadas se tornam mais competitivas, aumentando a sua produtividade e criando novas oportunidades de negócio.

No entanto, para que esses benefícios sejam alcançados e mantidos, é fundamental realizar um serviço de inspeção industrial adequado, a fim de identificar possíveis falhas e prevenir paradas inesperadas na produção.

Portanto, entre em contato para investir na inspeção industrial de sua empresa.  Assim, além de garantir o bom funcionamento de máquinas e equipamentos, você tornará sua empresa mais produtiva, eficiente e competitiva no mercado. 

 

Engenheiros avaliando com o Método de Elementos Finitos

Como funciona o Método de Elementos Finitos?

Engenheiros avaliando com o Método de Elementos Finitos
Entenda o que é, como funciona e quais os benefícios de optar pelo Método de Elementos Finitos ao desenvolver grandes projetos.

 

Você sabe o que é e como funciona o método de Elementos Finitos? Para entender melhor sobre este assunto, você já se perguntou como é possível ter certeza que o material usado para a asa de um avião, por exemplo, foi o mais adequado para o voo?

Ou então, como garantir que a barra de aço da estrutura de um prédio está adequada às condições a que será submetida? Assim, observando ao redor, surgem várias situações onde o Método de Elementos Finitos se enquadra. 

Isso porque, basicamente, ele serve para antecipar o comportamento desses materiais submetidos a condições variáveis. Sendo assim, o método é bastante usado em simulações computacionais prevendo situações e analisando o produto de diversas maneiras.

Essa técnica pode poupar horas de trabalho de engenheiros, economizando tempo e recursos financeiros, uma vez que tornam os projetos mais viáveis. Você quer entender melhor sobre o Método dos Elementos Finitos (MEF)? Então, continue lendo este artigo!

O que é o método de Elementos Finitos?

Em 1943, Richard Courant, utilizou o termo pela primeira vez. O Método de Elementos Finitos consiste em um software usado por engenheiros para solicitar problemas complexos. Com ele, você pode discretizar o contínuo, isto é, divide uma geometria complexa em outras menores.

Desta forma, a técnica simula um sólido e antecipa seu comportamento, enxergando um grande elemento, em pequenas partes, chamadas elementos finitos. Assim, com os cálculos corretos e simulações em partes menores, pode-se expandir ao sólido na totalidade. 

Nesse contexto, o software simplifica o cálculo de estruturas complexas de engenharia como máquinas, prédios e transportadores, por exemplo. Isso ocorre por meio das simulações que preveem o comportamento de diversos tipos de materiais. 

Como funciona este método?

O software insere o sólido, com infinitos pontos e transforma essa geometria em elementos menores como triângulos, hexaedros, tetraedros. Deste modo, o método facilita os cálculos para prever o comportamento dos materiais em diferentes condições.

De maneira mais clara, o método calcula o comportamento de cada elemento individual e depois une, apresentando o resultado do comportamento do sólido inteiro. No entanto, vale ressaltar que a qualidade dessa avaliação se dá, principalmente, pela assertividade das condições. Isso quer dizer que o conhecimento teórico de quem está simulando é fundamental.

Vale dizer que não adianta realizar simulações sem interpretações corretas das informações geradas pelo simulador. Portanto, é necessário ter conhecimentos específicos como os de resistência dos materiais para apresentar uma avaliação correta.

Para que serve o Método de Elementos Finitos?

Como você percebeu, o Método de Elementos Finitos fornece resultados de tensão, deformação e deslocamento de uma estrutura, equipamento ou produto. 

Em outros termos, ele serve para identificar a durabilidade do componente, verificar pontos de concentração de tensão e entender o comportamento de estruturas, possibilitando otimizar peças antes mesmo da sua fabricação.

Sendo assim, não é à toa que grandes indústrias só desenvolvem produtos usando essa técnica. Afinal, ela pode ser aplicada em diversas resoluções e no diagnóstico de problemas de análise estrutural e ainda:

  • Permite representar diversos cenários;
  • Avalia o desempenho de produtos com aplicação de critérios de resistência, rigidez ou fadiga;
  • Realiza análise térmica, acústica, dinâmica, eletromagnética e de fluidos.

Além disso, o método pode realizar integrações com outros softwares usados no desenvolvimento de representações geométricas, conhecidos como CAD (Computer Aided Design). Assim, você poderá alcançar melhores resultados com análises mais eficientes.

Quais os passos da Avaliação do Método de Elementos Finitos?

Na prática, é necessário ter determinados conhecimentos teóricos para utilizar corretamente o Método de Elementos Finitos. Ou seja, engenheiros e outros profissionais qualificados estão preparados para realizar análises e avaliações com a técnica, que consiste em:

 

  • Ter o modelo CAD dos sistemas sob análise;
  • Definir as propriedades do material;
  • Fazer a malha do Modelo de Elementos Finitos;
  • Definir as cargas e condições de restrição;
  • Resolver a análise;
  • Verifica os resultados como tensão, deformação e deslocamento.

Por que escolher a Avaliação do Método de Elementos Finitos?

É verdade que existem outras maneiras de realizar uma Análise Estrutural para avaliar uma estrutura. Por exemplo, o Cálculo Analítico (Hand Calculation) feito por meio de um Ensaio Estrutural que considera os métodos tradicionais. 

Entretanto, trata- se de uma opção limitada, feita somente com estruturas simples e apresenta baixa representação física se tratando de estruturas completas. Por outro lado, o Método de Elementos Finitos traz uma série de benefícios, tais como:

  • Baixo custo;
  • Rápido;
  • Otimização de estruturas;
  • Melhor avaliação de estruturas complexas;
  • Utilização de propriedades distintas em um mesmo sistema;
  • Possível estudo de várias soluções.

Em outras palavras, os métodos tradicionais não foram abandonados, mas podem ser potencializados ao serem usados em conjunto com o Método dos Elementos Finitos, já que com ele é possível ter uma melhor relação entre Tempo, Custo e Qualidade.

Como a Pereira Prado pode te ajudar?

Como você viu aqui, o Método de Elementos Finitos é uma ferramenta tecnológica que proporciona economia de tempo e custo na realização de grandes projetos, garantindo a melhor qualidade. 

No entanto, para utilizá-la é necessário ter o domínio da técnica que é uma das especialidades da Pereira Prado: a Avaliação por Métodos Finitos. Isso quer dizer que nossa empresa pode ser sua parceira na aplicação deste método, em cenários reais e complexo da engenharia.

Portanto, se você quer saber mais sobre este tipo de serviço e como podemos trabalhar em conjunto, otimizando seus projetos, fale conosco. Temos profissionais qualificados e prontos para atender sua necessidade!